...descobrem-se pérolas como estas:
versão original:
..e versão "mixada":
A vida é estranha, e este é um blog sobre ela. Sobre tudo e sobre nada. Sobre nada e sobre tudo. Puta de vida.
domingo, dezembro 21, 2008
quinta-feira, dezembro 18, 2008
Agora a sério...
...alguém já recebeu ou ofereceu meias desde que se lembra de comemorar o natal?
E de onde vem esta, vá lá, tradição, impulsionadora de elevado grau de ódio e vómito pela pessoa ofertante?
Procurei um pouco pela net (mas não muito, que pesquisar mais do que 2,5 minutos este assunto, desperdiçando precioso tempo de pornografia online atrapalha-me o dia-a-dia habitual) e o que encontrei foram as informações acerca do acto de pendurar a meia, como receptáculo para as prendinhas que São Nicolau traz aos bem comportados.
Quem, na história da humanidade, terá decidido "Bom, este ano é tudo corrido a meias que não estou para me moer com esta merda?"
Porque não na fonte? A mãe do cristo. Vejamos:
Primeiro, que presente é que se dá ao salvador? Cheque prenda da fnac está fora de hipótese, uma noite com lapdances pagas no passerelle também não seria, em principio, do agrado do senhor...
Meias!! O rapaz anda pelas colinas da Galileia à noite, a curar leprosos e paralíticos e ,parecendo que não, vai-se sentindo o fresquinho só com as chanatas (sandálias, portanto). É quase com 0.2% de certeza que afirmo que consta da bíblia a seguinte passagem: "E Maria, Mãe de Jesus, cabelo escorrido e gasto, de um tom mel-acastanhado, face pendente, com traços permitindo facilmente identificar uma vida sofrida, limpou o suor que escorria pela face esquerda e proferiu em tom delicodoce: Ó JESUS! Pára lá de andar na água e curar essa gente faxavor e vem pá mesa que o jantar está a arrefecer e o teu pai já me está a chatear a cabeça! E nem penses que entras em casa com esses pés todos cagados de lama. Tens aí as meias que te ofereci nos anos, porque é que nunca as usas, rapaz? E se logo é para ires ver a bola mais vale teres os pés quentinhos que sempre estás mais confortável... "
Só vou oferecer meias quando valer mesmo a pena. A saber:
E de onde vem esta, vá lá, tradição, impulsionadora de elevado grau de ódio e vómito pela pessoa ofertante?
Procurei um pouco pela net (mas não muito, que pesquisar mais do que 2,5 minutos este assunto, desperdiçando precioso tempo de pornografia online atrapalha-me o dia-a-dia habitual) e o que encontrei foram as informações acerca do acto de pendurar a meia, como receptáculo para as prendinhas que São Nicolau traz aos bem comportados.
Quem, na história da humanidade, terá decidido "Bom, este ano é tudo corrido a meias que não estou para me moer com esta merda?"
Porque não na fonte? A mãe do cristo. Vejamos:
Primeiro, que presente é que se dá ao salvador? Cheque prenda da fnac está fora de hipótese, uma noite com lapdances pagas no passerelle também não seria, em principio, do agrado do senhor...
Meias!! O rapaz anda pelas colinas da Galileia à noite, a curar leprosos e paralíticos e ,parecendo que não, vai-se sentindo o fresquinho só com as chanatas (sandálias, portanto). É quase com 0.2% de certeza que afirmo que consta da bíblia a seguinte passagem: "E Maria, Mãe de Jesus, cabelo escorrido e gasto, de um tom mel-acastanhado, face pendente, com traços permitindo facilmente identificar uma vida sofrida, limpou o suor que escorria pela face esquerda e proferiu em tom delicodoce: Ó JESUS! Pára lá de andar na água e curar essa gente faxavor e vem pá mesa que o jantar está a arrefecer e o teu pai já me está a chatear a cabeça! E nem penses que entras em casa com esses pés todos cagados de lama. Tens aí as meias que te ofereci nos anos, porque é que nunca as usas, rapaz? E se logo é para ires ver a bola mais vale teres os pés quentinhos que sempre estás mais confortável... "
Só vou oferecer meias quando valer mesmo a pena. A saber:

Falo da existência de uma combinação cromática entre cuecas e meias, obviamente...
sábado, dezembro 13, 2008
Diarreia milagrosa...
Este vai ser curto, para não chatear tanto como os últimos dois que, convenhamos, ultrapassavam a barreira do "a-ler-porque-não-é-muito-extenso". Tenciono apenas abordar dois temas.
Pergunto-me que tipo de vida tem uma mulher dos seus 60 e muitos anos que, ao esperar pela sua vez na fila dos correios, partilha e descreve ao mais ínfimo pormenor, em alto e bom som, os últimos momentos de vida do seu (ex) companheiro até embarcar na última viagem, de encontro ao criador.
Frases como "vi logo que era estranho porque tava com baba ao canto da boca e não falava", "ainda o tentei chamar porque pensava que tava a brincar mas comecei a achar aquilo muito estranho" culminando com "e depois pronto, foi o último suspiro que lhe ouvi".
Agora...e ligar o 112 em vez de estar a querer brincar ao jogo das descodificações? Não seria ligeiramente melhor?
E agora, o que me levou realmente a escrever. Esta parte do texto coaduna-se mais como um workshop para as femininas, e um alerta para os machos. A reter.
Todos, ou a maior parte dos homens, tem algum grau de familiaridade com a frase "Hoje não amor, dói-me a cabeça". Quantos não saíram já de casa, ainda com o capote peniano enfiado e a baloiçar enquanto o membro retorna ao estado flácido, a largas horas da madrugada, para se dirigirem a uma farmácia de serviço para adquirir a clássica aspirina? Para depois chegar a casa e ver que a situação se mantém e mesmo com aspirina não vai lá?
E quantos não sabem já que a história da dor de cabeça é facilmente forjada e pode ser utilizada em qualquer altura que pura e simplesmente apeteça mais ver a novela da sic ou os mini malucos do riso? O resultado de longos anos de utilização é agora sinónimo de descrença e futuros problemas conjugais por parte do elemento masculino do casal. Raro é o macho que ainda acredita na mítica frase da dor de cabeça. É dessa noção que parte este estudo.
Este estudo teve a participação de 15 homens, com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos de idade, actualmente com relações sexuais activas, uns mais que outros. Os resultados por mim obtidos apenas vieram confirmar a minha premissa inicial.
Aqui fica então a conclusão do estudo a que dediquei longas horas de análise e interpretação de dados:
"Hoje não amor, estou com diarreia"
Esta frase tem tudo para substituir a clássica dor de cabeça. Mantém a parte amorosa que transmite o estar lá como casal, para além de justificar incontornavelmente o porquê de não poder haver penetrações naquele instante.
Um macho considerado normal, assusta-se com diarreia, a simples ideia de uma mulher poder largar dejectos líquidos de esguicho assusta e associar essa ideia a uma relação sexual é o suficiente para desligar no cérebro masculino a parte destinada ao sexo e transforma-la em algo como "ok amor, vamos ver um filme, contar histórias um ao outro e rir até de madrugada com as situações engraçadas que já vivenciámos juntos".
No caso de se ocorrer a situação em que a frase "diarreia?? Cêm prúblema! escurrega melhor e tudu" o simples facto de privar este personagem de sexo por uma noite deverá ser o menor dos vossos problemas....
Aqui podemos ver o pioneiro, em Portugal, deste tipo de "justificação", aqui aplicado por um membro masculino ao mundo do Futebol. Grande Barroso
Pergunto-me que tipo de vida tem uma mulher dos seus 60 e muitos anos que, ao esperar pela sua vez na fila dos correios, partilha e descreve ao mais ínfimo pormenor, em alto e bom som, os últimos momentos de vida do seu (ex) companheiro até embarcar na última viagem, de encontro ao criador.
Frases como "vi logo que era estranho porque tava com baba ao canto da boca e não falava", "ainda o tentei chamar porque pensava que tava a brincar mas comecei a achar aquilo muito estranho" culminando com "e depois pronto, foi o último suspiro que lhe ouvi".
Agora...e ligar o 112 em vez de estar a querer brincar ao jogo das descodificações? Não seria ligeiramente melhor?
E agora, o que me levou realmente a escrever. Esta parte do texto coaduna-se mais como um workshop para as femininas, e um alerta para os machos. A reter.
Todos, ou a maior parte dos homens, tem algum grau de familiaridade com a frase "Hoje não amor, dói-me a cabeça". Quantos não saíram já de casa, ainda com o capote peniano enfiado e a baloiçar enquanto o membro retorna ao estado flácido, a largas horas da madrugada, para se dirigirem a uma farmácia de serviço para adquirir a clássica aspirina? Para depois chegar a casa e ver que a situação se mantém e mesmo com aspirina não vai lá?
E quantos não sabem já que a história da dor de cabeça é facilmente forjada e pode ser utilizada em qualquer altura que pura e simplesmente apeteça mais ver a novela da sic ou os mini malucos do riso? O resultado de longos anos de utilização é agora sinónimo de descrença e futuros problemas conjugais por parte do elemento masculino do casal. Raro é o macho que ainda acredita na mítica frase da dor de cabeça. É dessa noção que parte este estudo.
Este estudo teve a participação de 15 homens, com idades compreendidas entre os 18 e 30 anos de idade, actualmente com relações sexuais activas, uns mais que outros. Os resultados por mim obtidos apenas vieram confirmar a minha premissa inicial.
Aqui fica então a conclusão do estudo a que dediquei longas horas de análise e interpretação de dados:
"Hoje não amor, estou com diarreia"
Esta frase tem tudo para substituir a clássica dor de cabeça. Mantém a parte amorosa que transmite o estar lá como casal, para além de justificar incontornavelmente o porquê de não poder haver penetrações naquele instante.
Um macho considerado normal, assusta-se com diarreia, a simples ideia de uma mulher poder largar dejectos líquidos de esguicho assusta e associar essa ideia a uma relação sexual é o suficiente para desligar no cérebro masculino a parte destinada ao sexo e transforma-la em algo como "ok amor, vamos ver um filme, contar histórias um ao outro e rir até de madrugada com as situações engraçadas que já vivenciámos juntos".
No caso de se ocorrer a situação em que a frase "diarreia?? Cêm prúblema! escurrega melhor e tudu" o simples facto de privar este personagem de sexo por uma noite deverá ser o menor dos vossos problemas....
Aqui podemos ver o pioneiro, em Portugal, deste tipo de "justificação", aqui aplicado por um membro masculino ao mundo do Futebol. Grande Barroso
segunda-feira, dezembro 08, 2008
Tudo isto é triste, tudo isto é...qualquer coisa não muito satisfatória e a roçar o vomitavel...

Eis-me chegado de mais um filme Português acabadinho de estrear nas salas de cinema, desta vez, espante-se o curioso leitor, falado em...isso mesmo, Português de Portugal (ainda não vi o Arte de Roubar, o tal filme Tuga com título Português e todo ele falado em Inglês Estado-Unidense, Inglês esse que, só pelo curto trailer, reveste-se de uma enorme capacidade de rivalizar com o ocasional turista Japonês de visita ao nosso País. Outra coisa engraçada deste arte de roubar é a óbvia e instantânea comparação com qualquer coisa já previamente idealizada por Guy Ritchie. E atenção, esta apreciação é apenas e só com a visualização do trailer em conta! Ainda espero ver esta pérola um dia), talvez para inovar um pouco o panorama cinematográfico nacional. E de que maneira se pode continuar a inovar? Bem, através da sonoplastia deste filme não será certamente. Aparentemente todos os actores possuem um microfone alojado nas cordas vocais e a voz que emitem é do mais puro e irrealista que pode existir no cinema "profissional", nem tentando disfarçar a total gravação em estúdio. A sincronização com a parte visual pode ser tudo, menos sincronizada. Para além disso, todo o som de background é rídiculo e aparentemente terá sido feito numa cave, com o auxílio de alguns tachos, panelas e utensílios variados da loja do euro e meio. Até porque o filme se passa maioritariamente nos anos 50 e nessa altura não havia grandes coisas a fazer barulhos....e, calhando, a haver mais que a ausência total de ruído de fundo normal numa cena de rua em que ocorre um diálogo, só iria servir para distrair...
Pois bem, Amália, filme-homenagem à deusa do Fado, apresentado como uma biografia ficcionada da artista, custou cerca de três milhões de euros, e conta no elenco com mais de 40 actores e 1.300 figurantes. Vai chegar a 66 salas nacionais e terá distribuição mundial em cerca de 20 países, o que o torna a maior estreia de um filme Português. O realizador é Carlos Coelho da Silva, o mesmo de "O Crime do Padre Amaro", e confesso que até senti falta da Soraia Chaves neste filme, ela que começa a tornar-se um Will Smith cá da praça, ou seja, garantia de €€€, desde que haja mamaçal desnudo e a badalar à bruta.
Vamos voltar ao filme que só de falar da Soraiazinha fico logo desorientado e cheio de dores no saco escrotal.
Para uma sinopse do filme visitem o site oficial (www.amaliathemovie.com/pt). Eis então algumas coisas que me causaram desconforto abdomino-pélvico:
Amália é retratada como uma esquizofrénico-ninfomaníaco-psicótica que sofre de alucinações desde tenra idade (não explicam, no entanto, se pode ou não haver ali abuso sexual por parte do avô. O que é certo é que na cena inicial, em pequena, foge a sete pés quando o pai entra para o comboio com a irmã e fica apenas com o sénior. Uma reacção destas hoje em dia levantaria suspeitas, mas isso pode ser de mim que acho engraçado ver duas girafas a praticar o coito enquanto penso nestas coisas).
A nível de trabalho de câmara temos um bom desempenho, quase ao nível dos Malucos do Riso ou, quiçá, do Preço certo em €uros...recorrer ao "andar a filmar à volta da personagem" não é original, apenas revelador de preguiça em usar várias câmaras para planos diferentes. O director parece que ficou congelado em 1990 e há episódios do Ligar para ganhar mais interessantes a nível estético, e não é por estarem lá os decotes das meninas.
Sonoplastia tive de referir logo na introdução deste post, tal não é o cheiro a merda que emana e se entranha á medida que o filme decorre, e duas horas e 7 minutos de merda auditiva custam a digerir.
A participação de Ricardo Carriço é o ponto alto do filme. Interpreta César Seabra, a principal relação amorosa da vida de Amália. Após todos os deslizes amorosos e com um medo crescente da solidão, Amália aceita casar-se, via telefone, com o engenheiro mecânico, a residir no Rio de Janeiro. E porque é este o ponto alto do filme? Pergunta o já irritado com a extensão do texto leitor?
Apenas e só pelo dialecto com que Carriço se apresenta, uma mistura de Português primitivo de Cabeços de Baixo com Brasileiro selvagem, ou seja, ficamos mesmo à espera que, a qualquer momento, as próximas palavras a ser emitidas sejam algo como:
"vô sácániá beim legáu ná sua bunda" ou um "pegá lévi pô, fódji gôstoso sua búcêta"
Sim, é assim tão bom...
Para concluir, tratando-se de um biografia, com distribuição para mais de 20 Países, cujo principal objectivo seria mostrar a vida da fadista, ascensão e "queda", podiam, sinceramente, ter optado por algo melhor, mais ambicioso, mais fiel à artista (a família já veio afirmar que o filme investe repetidamente em ficção em detrimento da realidade) e não uma obra vincadamente ficcionada, muitas vezes sem nexo aparente, sem ligação entre cenas/história, que, sinceramente, deixa uma imagem algo negativa da artista. Isto a mim, que conheço muito pouco da história da mesma e até fui esperançado de "aprender" alguma coisa...real.
127 minutos de filme pode parecer muito, mas 22 fados ao longo do filme ocupam muito tempo...
Em nota de curiosidade, Amália tem um fado intitulado "Estranha forma de vida". Fica o esclarecimento que o mesmo não serviu como inspiração para o título deste blog, apesar da inegavel qualidade do mesmo:
Pois bem, Amália, filme-homenagem à deusa do Fado, apresentado como uma biografia ficcionada da artista, custou cerca de três milhões de euros, e conta no elenco com mais de 40 actores e 1.300 figurantes. Vai chegar a 66 salas nacionais e terá distribuição mundial em cerca de 20 países, o que o torna a maior estreia de um filme Português. O realizador é Carlos Coelho da Silva, o mesmo de "O Crime do Padre Amaro", e confesso que até senti falta da Soraia Chaves neste filme, ela que começa a tornar-se um Will Smith cá da praça, ou seja, garantia de €€€, desde que haja mamaçal desnudo e a badalar à bruta.
Vamos voltar ao filme que só de falar da Soraiazinha fico logo desorientado e cheio de dores no saco escrotal.
Para uma sinopse do filme visitem o site oficial (www.amaliathemovie.com/pt). Eis então algumas coisas que me causaram desconforto abdomino-pélvico:
Amália é retratada como uma esquizofrénico-ninfomaníaco-psicótica que sofre de alucinações desde tenra idade (não explicam, no entanto, se pode ou não haver ali abuso sexual por parte do avô. O que é certo é que na cena inicial, em pequena, foge a sete pés quando o pai entra para o comboio com a irmã e fica apenas com o sénior. Uma reacção destas hoje em dia levantaria suspeitas, mas isso pode ser de mim que acho engraçado ver duas girafas a praticar o coito enquanto penso nestas coisas).
A nível de trabalho de câmara temos um bom desempenho, quase ao nível dos Malucos do Riso ou, quiçá, do Preço certo em €uros...recorrer ao "andar a filmar à volta da personagem" não é original, apenas revelador de preguiça em usar várias câmaras para planos diferentes. O director parece que ficou congelado em 1990 e há episódios do Ligar para ganhar mais interessantes a nível estético, e não é por estarem lá os decotes das meninas.
Sonoplastia tive de referir logo na introdução deste post, tal não é o cheiro a merda que emana e se entranha á medida que o filme decorre, e duas horas e 7 minutos de merda auditiva custam a digerir.
A participação de Ricardo Carriço é o ponto alto do filme. Interpreta César Seabra, a principal relação amorosa da vida de Amália. Após todos os deslizes amorosos e com um medo crescente da solidão, Amália aceita casar-se, via telefone, com o engenheiro mecânico, a residir no Rio de Janeiro. E porque é este o ponto alto do filme? Pergunta o já irritado com a extensão do texto leitor?
Apenas e só pelo dialecto com que Carriço se apresenta, uma mistura de Português primitivo de Cabeços de Baixo com Brasileiro selvagem, ou seja, ficamos mesmo à espera que, a qualquer momento, as próximas palavras a ser emitidas sejam algo como:
"vô sácániá beim legáu ná sua bunda" ou um "pegá lévi pô, fódji gôstoso sua búcêta"
Sim, é assim tão bom...
Para concluir, tratando-se de um biografia, com distribuição para mais de 20 Países, cujo principal objectivo seria mostrar a vida da fadista, ascensão e "queda", podiam, sinceramente, ter optado por algo melhor, mais ambicioso, mais fiel à artista (a família já veio afirmar que o filme investe repetidamente em ficção em detrimento da realidade) e não uma obra vincadamente ficcionada, muitas vezes sem nexo aparente, sem ligação entre cenas/história, que, sinceramente, deixa uma imagem algo negativa da artista. Isto a mim, que conheço muito pouco da história da mesma e até fui esperançado de "aprender" alguma coisa...real.
127 minutos de filme pode parecer muito, mas 22 fados ao longo do filme ocupam muito tempo...
Em nota de curiosidade, Amália tem um fado intitulado "Estranha forma de vida". Fica o esclarecimento que o mesmo não serviu como inspiração para o título deste blog, apesar da inegavel qualidade do mesmo:
Foi por vontade de Deus
que eu vivo nesta ansiedade.
Que todos os ais são meus,
Que é toda a minha saudade.
Foi por vontade de Deus.
Que estranha forma de vida
tem este meu coração:
vive de forma perdida;
Quem lhe daria o condão?
Que estranha forma de vida.
Coração independente,
coração que não comando:
vive perdido entre a gente,
teimosamente sangrando,
coração independente.
Eu não te acompanho mais:
para, deixa de bater.
Se não sabes aonde vais,
porque teimas em correr,
eu não te acompanho mais.
sábado, novembro 29, 2008
Quase quase um marginal!
Antes de explicar ao fiel leitor o porquê de tal título ali em cima, vejo-me na obrigação de partilhar esta pequena situação que por mim foi testemunhada. Aqui vai.
Local: Cabeleireiro de homens cá da terrinha (o mais fino, por sinal, que não é qualquer burgesso que me mexe no cabelo).
Situação: Encontrando-se o senhor cabeleireiro, homem de seus 30 anos, pai de duas crianças, alegre e bem disposto com a vida, sorriso simpático e bigode farfalhudo, a massajar-me o escalpe (após aplicação de cheiroso e revigorante shampoo), é interpelado por um cliente que lhe mostra um jornal, no qual figura a modelo brasileira Adriana Lima. Confrontado com o aspecto físico da referida senhora, e após alguma introspecção, replicou com a maior das descontracções:
"Nah, essa gaja não tem o mesmo foder que eu"
Local: Cabeleireiro de homens cá da terrinha (o mais fino, por sinal, que não é qualquer burgesso que me mexe no cabelo).
Situação: Encontrando-se o senhor cabeleireiro, homem de seus 30 anos, pai de duas crianças, alegre e bem disposto com a vida, sorriso simpático e bigode farfalhudo, a massajar-me o escalpe (após aplicação de cheiroso e revigorante shampoo), é interpelado por um cliente que lhe mostra um jornal, no qual figura a modelo brasileira Adriana Lima. Confrontado com o aspecto físico da referida senhora, e após alguma introspecção, replicou com a maior das descontracções:
"Nah, essa gaja não tem o mesmo foder que eu"
..e voltou a desbravar-me o cabelo, logo após coçar as partes baixas com a tesoura...

Voltando então ao assunto que me traz aqui, tive hoje uma experiência que quase me fez transportar para o mundo do crime desorganizado. Passo então a descortinar:
De passeio por uma das Fnacs deste nosso Portugal, decidi para mim mesmo adquirir a consola da sony, playstation 3. Sim, finalmente! Aproveitando o dia do aderente, que me deduzia 10% do preço "verde" e optando pela opção de pagar em 4x sem juros (cartão fnac) lá me dirigi à caixa o mais rápido que pude antes que mudasse de ideias. E aqui podemos considerar o início do tormento...
Depois de informar a senhora que pretendia pagar em 4x é logo disparado um "Sabe o pin do cartão?" e eu "Mau...queres ver que tou fodido com isto?"
Sem fazer a mínima ideia do pin a que a senhora se referia introduzi 4 números ao calhas, esperançado que a fada dos cartões aparecesse do nada e fosse bondosa. Nada feito pois claro.
Sou encaminhado para a zona do cartão fnac, não antes de a referida senhora desatarraxar aquelas coisas que colocam a envolver alguns aparelhos, que fazem com que o senhor alarme comece aos berros quando alguém se "esquece" de pagar. E foi neste momento que tive daquelas experiências extra-corporais em que me coloco em frente a mim mesmo e digo ao ouvido "Tu queres ver...". Para além desta experiência única e pouco recomendada a pessoas fracas de pâncreas e uretra, entram em cena duas vozes intra-craneais para me "aconselhar".
Voz do Sátan: "Faz-te um homem caralho! Pega nessa merda e passa com um sorriso nos dentes pelo segurança e diz-lhe boa noite e tudo! Toda a gente rouba neste País de mentecaptos e tu és um panhonhas se não aproveitares esta oportunidade! Isto é ouro man! Isto é melhor que teres duas playmates a quererem-te levar para casa e fazerem-te coisas fofinhas até nascer o sol daí a 3 dias....ok, talvez não, mas não deixa de ser muito bom!!!! Essa merda não tem alarme! A gaja tirou! A gaja quer que tu leves a consola man!!! A única coisa que te separa de não pagares 400€ é teres os colhões no sítio!"
Voz do paranóico: "Tu tem cuidado Zé Manel...com a tua experiência cinematográfica sabes bem que se eles consultarem as filmagens podem ver quem pegou numa consola para a comprar e seguir essa pessoa até à caixa, confirmando se a compra foi de facto efectuada ou não. Depois de confirmarem que, de facto, cometeste o acto pecaminoso de usurpar material, e com as mais recentes técnicas que te são apresentadas diariamente na tv, sejam em las vegas ou em miami, vão ver onde tocaste enquanto permaneceste na loja e conseguem um detalhe da tua impressão digital, bastando depois ir à base de dados dos "predadores sexuais à solta" para te descobrir... Já o Senhor dizia, lá do alto: "não roubarás" e "não faças ao outro o que não gostas que façam a ti". Nao te aproveites da ingenuidade e inexperiência da pequena que tirou o alarme sem pensar nas consequências imediatas. Sê um bom rapaz e paga pela tua compra..."
Depois de muitas e controladas introspecções e de muita batalha entre a voz de Sátan e de Paranóico, decidi optar pelo pagamento em 4x e usufruir sim do desconto de 10%.
E agora a melhor parte da história....
Não é que a merda do alarme ficou histérico quando tentei sair da Fnac? E porquê, pergunta o ingénuo mas atento leitor. Porque o pack que escolhi trazia um apêndice acoplado, um comando, não de jogar, mas um comando normal, para controlar a função de leitor de blue-ray. E, sendo vendido, habitualmente, em separado, necessitava de se submeter a uma desmagnetização do alarme...
Seria engraçado seguir a voz do sátan, não? Provavelmente estaria neste momento a dividir uma cela com o Muqueque ou com o Jairzinho Pega-Leve, cabo-verdeano e brasileiro, respectivamente, 1.90m e especial apetite por xixa fresca...
Por falar em paneleirices, à volta para a santa terrinha, vi-me obrigado a parar numa bomba de gasolina, para, além de abastecer, fazer o meu xixi, que já me vinha a incomodar fazia algum tempo. Toda a gente está familiarizada com as frases que se encontram nas portas dos cagatórios. Uma me intrigou mais que o habitual: "Queres um gay e duas gajas boas no algarve? 96xxxxxxx" e fiquei confuso a olhar para esta frase, não evitando até verter umas urinas para cima de um pobre rapazito com cerca de 10 anos que aguardava que o seu progenitor terminasse um cocó. Mas a frase...quem é que quer um gay e duas gajas boas? Chegámos a isto? Ou se quer um gay, ou se quer as duas gajas boas!!!! Imaginem perguntarem ao povo americano se queria um Bush, ou dois Obamas...
sexta-feira, novembro 21, 2008
Sexo com transexuais Bolivianos afinal não é de todo desagradavel!
Agora que tenho a atenção do fiel leitor, passo para o verdadeiro motivo que me leva a escrever.
Fiz hoje o cocó mais rápido de sempre. Sim, saiba o leitor que não passaram mais de 10, 12 segundos quiçá, desde o momento que os excrementos em questão decidiram migrar para o exterior das paredes enclausuradoras do cólon e cruzaram a meta, mergulhando vitoriosamente na celestial água cristalina rodeada de loiça que se encontra em meus aposentos higiénicos, seguido de uma breve mas eficaz passagem com papel, folha dupla com cheiro a rosas silvestres colhidas em flor por virgens baptizadas e com a primeira comunhão feita, pelo esfíncter anal. Aprazou-me este cocó.
Isto tudo para informar que voltarei a actualizar aqui este espacinho, entranto.
Fiz hoje o cocó mais rápido de sempre. Sim, saiba o leitor que não passaram mais de 10, 12 segundos quiçá, desde o momento que os excrementos em questão decidiram migrar para o exterior das paredes enclausuradoras do cólon e cruzaram a meta, mergulhando vitoriosamente na celestial água cristalina rodeada de loiça que se encontra em meus aposentos higiénicos, seguido de uma breve mas eficaz passagem com papel, folha dupla com cheiro a rosas silvestres colhidas em flor por virgens baptizadas e com a primeira comunhão feita, pelo esfíncter anal. Aprazou-me este cocó.
Isto tudo para informar que voltarei a actualizar aqui este espacinho, entranto.
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sexta-feira, outubro 03, 2008
domingo, setembro 28, 2008
quarta-feira, setembro 10, 2008
Rescaldo madrileño
Ora bem, depois de visitar a capital espanhola em Junho, na viagem por alguns sítios das Europas, achei que não era suficiente e vai daí dou por mim de volta a Madrid, desta vez com o objectivo de visitar o Parque da Warner.
Resumidamente:
Num Hostel em zona central, vejo-me a dividir quarto com 3 tugas do Porto (obviamente que tem de haver tugas num País estrangeiro a ficar no nosso quarto), um professor de matemática dos EUA que ali se encontrava temporariamente até arranjar um apartamento, um brasileiro viajante, dois namorados uruguaios...e aqui pausa...será que devo pensar o que se passava naquele quarto quando se apanhavam lá sozinhos? Será que me arrisco a disparar que respirei odores sexuais homossexuais, transpiração derivada de pila com rabo peludo? Não tenho nada contra a rabichice, mas essa merda não se pega assim??
Bem, continuando...um gajo quando vai a um parque de diversões gosta de mostrar às "gajas" que não tem receio daquelas montanhas russas todas cheias de loopings e que com jeitinho provocam um cocozinho na cueca antes da partida. É de homem, "relaxa, vou contigo e não custa nada", até é, vá lá, tranquilizante para as mais duvidosas do nivel de diversão associado à "viagem". O pior é quando o estômago decide pregar uma partida e me faz ficar às portas da morte na merda mais básica de todas...uma "atracção" chamada "casa assombrada" que consistia em, simplesmente, as pessoas sentarem-se em fila e depois ou andavam as pessoas à volta, ou a sala, ou os dois, cada um para seu lado. O nível de credibilidade e, mais importante, masculinidade cai por terra quando ouço a frase "queres uma águinha das pedras?"
Numa das noites, em plena exploração da noite madrilenha, damos por nós numa praça em que até os cães eram paneleiros, respirava-se um bocado homossexualidade ali, tanto que cheguei a olhar para os cães e dizer..."tão fofinhos"...depois dei 38 cabeçadas na parede e saí a correr como se o mundo estivesse para acabar, enquanto gritava "As cebolas nao fazem chorar se estiverem por baixo de um fio de água!!!"
Como se pode facilmente deduzir, foram umas mini-férias ligeiramente revestidas de paneleirice...confesso que não me agradou por aí além. O que safou foi o grupo ser composto por 2 rapazes e 5 raparigas, e na última noite arranjámos e pintámos as unhas umas às outras e foi super giro!!...oh la........
Para finalizar, a viagem de regresso. Sozinho para a terrinha porque se trabalhava cedo no dia seguinte (8:00). Como era já perto das 5:00 da manhã quando tudo decidiu recolher aos aposentos, e como eu não confio no eu-a-dormir, decidi ficar acordado. Ou seja, queria mesmo dormir as perto de 6 horas de autocarro..não consegui, obviamente, quem já viajou num banco individual sabe o que estou a dizer. Não há maneira para estar naquela merda, é o banco da frente nos joelhos, é o passageiro de trás que tosse e espirra como da pior doença infecto-contagiosa se tratasse, é a merda do ar condicionado que deixa de funcionar por períodos longos..enfim, uma panóplia de situações que impedem o revitalizar do corpo e da mente. Mas, mesmo com tudo isto, consegui adormecer! Já ia nas duas horas no mundo dos sonhos quando o filho de um porta aviões cheio de putas sidosas me acorda a dizer que é uma paragem de 10 minutos e toda a gente tem de sair do autocarro...foi a pior coisa que este imbecil do asfalto poderia ter feito. Para além de sonolento, fiquei mal-disposto (estômago outra vez a actuar em bom) e com vontade de lhe regar os filhos com gasolina e levar um petiz da cerci para brincar com uma caixa de fósforos...a viagem lá reiniciou e qual não é o meu espanto quando, depois de mais umas centenas de km, e apenas a 120km do destino, recebo nova informação de uma paragem de 40 minutos para almoçar...mas andamos a brincar com isto tudo ou que???40 min são os 120km!!! Fiquei mais angustiado que um pedófilo quando descobre que afinal "ele" já tem 8...
Lá fui almoçar, obviamente contrariado, e aqui se deu a morte do artista. O espanhol começa a desbocar os pratos (era um menu composto por dois pratos e sobremesa) que poderia escolher e eu zero...como não quis passar por parvo disse que trouxesse isso mesmo...ora bem, sou então presenteado com uma salada russa, tudo bem, comeu-se. Depois, para 2º prato, um bife panado cheio de um qualquer tipo de óleo, bastante mau. Conclusão: a restante viagem fez-se de olhos fechados, debaixo do ar condicionado, a respirar muitooo devagarinhoooo. Quando finalmente cheguei nem pedi a ninguém para me ir buscar para não ter de fazer outra viagem. Entro em casa e uma certeza começou-se a apoderar de mim como as moscas de uma bosta fresquinha, os senhores dedos queriam visitar a senhora boca para chamar o senhor vómito...
Portanto, paneleiros, viagem de regresso de merda e vómito derivado do óleo do panado de carne de um bicho por identificar...é isto que fica das mini-férias...bom, não?
PS: este meu pequeno espaço faz hoje 4 anos de existência.
Até parece mentira, ainda ontem era tão piqueno e agora tesá tão grande. Aos que têm acompanhado este espaço de diarreias mentais, arranjem qualquer coisa para fazer na vida, por favor.
Resumidamente:
Num Hostel em zona central, vejo-me a dividir quarto com 3 tugas do Porto (obviamente que tem de haver tugas num País estrangeiro a ficar no nosso quarto), um professor de matemática dos EUA que ali se encontrava temporariamente até arranjar um apartamento, um brasileiro viajante, dois namorados uruguaios...e aqui pausa...será que devo pensar o que se passava naquele quarto quando se apanhavam lá sozinhos? Será que me arrisco a disparar que respirei odores sexuais homossexuais, transpiração derivada de pila com rabo peludo? Não tenho nada contra a rabichice, mas essa merda não se pega assim??
Bem, continuando...um gajo quando vai a um parque de diversões gosta de mostrar às "gajas" que não tem receio daquelas montanhas russas todas cheias de loopings e que com jeitinho provocam um cocozinho na cueca antes da partida. É de homem, "relaxa, vou contigo e não custa nada", até é, vá lá, tranquilizante para as mais duvidosas do nivel de diversão associado à "viagem". O pior é quando o estômago decide pregar uma partida e me faz ficar às portas da morte na merda mais básica de todas...uma "atracção" chamada "casa assombrada" que consistia em, simplesmente, as pessoas sentarem-se em fila e depois ou andavam as pessoas à volta, ou a sala, ou os dois, cada um para seu lado. O nível de credibilidade e, mais importante, masculinidade cai por terra quando ouço a frase "queres uma águinha das pedras?"
Numa das noites, em plena exploração da noite madrilenha, damos por nós numa praça em que até os cães eram paneleiros, respirava-se um bocado homossexualidade ali, tanto que cheguei a olhar para os cães e dizer..."tão fofinhos"...depois dei 38 cabeçadas na parede e saí a correr como se o mundo estivesse para acabar, enquanto gritava "As cebolas nao fazem chorar se estiverem por baixo de um fio de água!!!"
Como se pode facilmente deduzir, foram umas mini-férias ligeiramente revestidas de paneleirice...confesso que não me agradou por aí além. O que safou foi o grupo ser composto por 2 rapazes e 5 raparigas, e na última noite arranjámos e pintámos as unhas umas às outras e foi super giro!!...oh la........
Para finalizar, a viagem de regresso. Sozinho para a terrinha porque se trabalhava cedo no dia seguinte (8:00). Como era já perto das 5:00 da manhã quando tudo decidiu recolher aos aposentos, e como eu não confio no eu-a-dormir, decidi ficar acordado. Ou seja, queria mesmo dormir as perto de 6 horas de autocarro..não consegui, obviamente, quem já viajou num banco individual sabe o que estou a dizer. Não há maneira para estar naquela merda, é o banco da frente nos joelhos, é o passageiro de trás que tosse e espirra como da pior doença infecto-contagiosa se tratasse, é a merda do ar condicionado que deixa de funcionar por períodos longos..enfim, uma panóplia de situações que impedem o revitalizar do corpo e da mente. Mas, mesmo com tudo isto, consegui adormecer! Já ia nas duas horas no mundo dos sonhos quando o filho de um porta aviões cheio de putas sidosas me acorda a dizer que é uma paragem de 10 minutos e toda a gente tem de sair do autocarro...foi a pior coisa que este imbecil do asfalto poderia ter feito. Para além de sonolento, fiquei mal-disposto (estômago outra vez a actuar em bom) e com vontade de lhe regar os filhos com gasolina e levar um petiz da cerci para brincar com uma caixa de fósforos...a viagem lá reiniciou e qual não é o meu espanto quando, depois de mais umas centenas de km, e apenas a 120km do destino, recebo nova informação de uma paragem de 40 minutos para almoçar...mas andamos a brincar com isto tudo ou que???40 min são os 120km!!! Fiquei mais angustiado que um pedófilo quando descobre que afinal "ele" já tem 8...
Lá fui almoçar, obviamente contrariado, e aqui se deu a morte do artista. O espanhol começa a desbocar os pratos (era um menu composto por dois pratos e sobremesa) que poderia escolher e eu zero...como não quis passar por parvo disse que trouxesse isso mesmo...ora bem, sou então presenteado com uma salada russa, tudo bem, comeu-se. Depois, para 2º prato, um bife panado cheio de um qualquer tipo de óleo, bastante mau. Conclusão: a restante viagem fez-se de olhos fechados, debaixo do ar condicionado, a respirar muitooo devagarinhoooo. Quando finalmente cheguei nem pedi a ninguém para me ir buscar para não ter de fazer outra viagem. Entro em casa e uma certeza começou-se a apoderar de mim como as moscas de uma bosta fresquinha, os senhores dedos queriam visitar a senhora boca para chamar o senhor vómito...
Portanto, paneleiros, viagem de regresso de merda e vómito derivado do óleo do panado de carne de um bicho por identificar...é isto que fica das mini-férias...bom, não?
PS: este meu pequeno espaço faz hoje 4 anos de existência.
Até parece mentira, ainda ontem era tão piqueno e agora tesá tão grande. Aos que têm acompanhado este espaço de diarreias mentais, arranjem qualquer coisa para fazer na vida, por favor.
sábado, agosto 30, 2008
Pensamento da semana #3
E cá está, o derradeiro momento desta pequena rubrica que tanto furor fez por esse Portugal afora. Um momento de silêncio, uma suave brisa no ar e a magia acontece:
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quarta-feira, agosto 27, 2008
Pensamento da semana #2
Dando então continuidade à nova e alucinante rubrica deste blog, aqui fica o 2º modo de estar e encarar a vida:
"Burro amarrado também pasta"
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segunda-feira, agosto 25, 2008
Pensamento da semana
Apenas e só para colocar à disposição do comum dos mortais alguns modos de estar e viver a vida que partilho com o meu grupo mais próximo de amigos, fazendo de nós pessoas claramente superiores às restantes. Tratando-se apenas de algumas frases, abro então neste meu espaço cibernético a rubrica "Pensamento da semana", que se resumirá a 3 ideologias de vida distribuídas diariamente de 3 em 3 dias, com intervalos alternados.
Aqui fica então a primeira:
Aqui fica então a primeira:
"Se já há relva no campo, já se pode jogar"
sábado, agosto 23, 2008
Dúvida do dia
Pergunto-me como será a prova de marcha nos paralimpicos...já pensaram nisso? Será que quem ganha é quem anda mais normalmente?
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quarta-feira, agosto 20, 2008
sábado, agosto 16, 2008
Falas Zlango?
Então por favor, pesquisa no google a localização do edifício mais alto da tua zona e dirige-te de elevador até ao andar superior. Procura uma varanda e enquanto abraças a atmosfera e o solo se aproxima vertiginosamente pensa só: "Foda-se, que anormal que sou.."
Mas que merda é esta do Zlango? O anúncio televisivo sempre me fez um pouco de confusão mental, porque motivo apresentam duas pessoas a soltar ícones da cavidade oral, e tudo se passa em Rewind? Qual é o objectivo disto? Terá alguma lógica? Será que até os génios criativos por trás deste anúncio pensaram: "esta merda é mesmo um retrocesso na comunicação, vamos pôr o vídeo em rewind.."
Já o acto de ter conversações por ícones é suficientemente retardado, mas transmitirem o anúncio em rewind? Não há piada aqui, é mesmo idiota este anúncio! Aqui fica:
Pessoalmente, quando estou no messenger e um dos meus amigos/as virtuais entra em conversação comigo em que todas as palavras possuem um ícone dedicado (que, no fundo, é isto que é o zlango, apenas passa a ser também por sms no telemóvel), a minha mente foge para um local onde lhes estou a puxar fogo à casa enquanto eles estão lá dentro, com a família, cães, gatos e periquitos de estimação atados a uma cadeira de madeira..depois retorno à realidade e fecho a janela de conversação, bloqueio a pessoa e inscrevo-a em todas as mailing lists possíveis e impossíveis que me ocorrerem. Sim, até a newsletter do Castelo Branco...
Já agora, falas zlango? E português? Sabes algum? oUh ÈxH dAqkElEx K jÁh XóH ConXeGe ExCrEvERe AxxImH? Não consigo perceber estas empresas de merda que só lançam programas que fazem com que as crianças (e não só, já vi casos de 20 e muitos anos que me fazem doer o espírito) se estejam a cagar para o Português correcto. Quem é que vai ter colhões de fazer um programa que não permita o envio de mensagens mal escritas e mal construídas e automaticamente envia os dados para uma base interligada ao sistema escolar, nomeadamente à disciplina de Português? E quem nunca andou na escola também não merece ter um telemóvel, se não andou na escola é porque a) é do campo e trabalha na horta, sem necessidade para telemovel; b) não teve condições económicas para ir à escola, logo, não deverá ter para pagar um telemóvel e finalmente c) desistiu da escola.
Se já tiver terminado o tempo de escolaridade e mesmo assim não souber escrever correctamente, é procurar um prédio alto...
Mas que merda é esta do Zlango? O anúncio televisivo sempre me fez um pouco de confusão mental, porque motivo apresentam duas pessoas a soltar ícones da cavidade oral, e tudo se passa em Rewind? Qual é o objectivo disto? Terá alguma lógica? Será que até os génios criativos por trás deste anúncio pensaram: "esta merda é mesmo um retrocesso na comunicação, vamos pôr o vídeo em rewind.."
Já o acto de ter conversações por ícones é suficientemente retardado, mas transmitirem o anúncio em rewind? Não há piada aqui, é mesmo idiota este anúncio! Aqui fica:
Pessoalmente, quando estou no messenger e um dos meus amigos/as virtuais entra em conversação comigo em que todas as palavras possuem um ícone dedicado (que, no fundo, é isto que é o zlango, apenas passa a ser também por sms no telemóvel), a minha mente foge para um local onde lhes estou a puxar fogo à casa enquanto eles estão lá dentro, com a família, cães, gatos e periquitos de estimação atados a uma cadeira de madeira..depois retorno à realidade e fecho a janela de conversação, bloqueio a pessoa e inscrevo-a em todas as mailing lists possíveis e impossíveis que me ocorrerem. Sim, até a newsletter do Castelo Branco...
Já agora, falas zlango? E português? Sabes algum? oUh ÈxH dAqkElEx K jÁh XóH ConXeGe ExCrEvERe AxxImH? Não consigo perceber estas empresas de merda que só lançam programas que fazem com que as crianças (e não só, já vi casos de 20 e muitos anos que me fazem doer o espírito) se estejam a cagar para o Português correcto. Quem é que vai ter colhões de fazer um programa que não permita o envio de mensagens mal escritas e mal construídas e automaticamente envia os dados para uma base interligada ao sistema escolar, nomeadamente à disciplina de Português? E quem nunca andou na escola também não merece ter um telemóvel, se não andou na escola é porque a) é do campo e trabalha na horta, sem necessidade para telemovel; b) não teve condições económicas para ir à escola, logo, não deverá ter para pagar um telemóvel e finalmente c) desistiu da escola.
Se já tiver terminado o tempo de escolaridade e mesmo assim não souber escrever correctamente, é procurar um prédio alto...
segunda-feira, agosto 11, 2008
Faz-me confusão..

Como é que pode haver pessoas que conduzem como conduzem? Não entendo o raciocínio de um individuo que decide fazer marcha atrás numa rotunda...pelo amor a Zeus, numa rotunda? A própria definição de rotunda (do Lat. rotunda, redondas. f., construção circular e terminada em cúpula redonda; praça de forma circular ou semicircular) deveria ser suficiente para ajudar este mentecapto a resolver a situação de falhar a saída pretendida. É esta gente que me apetece telefonar às progenitoras e insultá-las por não terem considerado o aborto, enquanto lhes puxo fogo ao animal de estimação, normalmente um gato com coleira vermelha..
Outro episódio, e aproveito para explicar que pouco tenho andado de automóvel, decidi aderir à bicicleta e vou para qualquer lado na mesma. Para ir às compras ao supermercado e tudo o que implique algum transporte de peso e/ou viagens longas, utilizo o automóvel. Posto isto, hoje vi-me forçado a ir ao supermercado, uma vez esgotado o stock domiciliário de vaselina purificada e guardanapos de dupla folha. No regresso, fui orbigado a travar com alguma urgência, uma vez que uma velha (idosa? Não vemos uma casa velha e chamamos uma casa idosa, a comprar um carro não perguntamos se é idoso) decidiu atirar-se para o meio da estrada, na passadeira. Tudo bem que está na passadeira, mas arremessar-se para o meio da estrada? Qual será o raciocínio destas peles em constante luta com a gravidade? " 'Sa foda, já estou acima dos 70, ainda abocado fiz marcha atrás numa rotunda e ainda aqui estou"
Outro episódio, e aproveito para explicar que pouco tenho andado de automóvel, decidi aderir à bicicleta e vou para qualquer lado na mesma. Para ir às compras ao supermercado e tudo o que implique algum transporte de peso e/ou viagens longas, utilizo o automóvel. Posto isto, hoje vi-me forçado a ir ao supermercado, uma vez esgotado o stock domiciliário de vaselina purificada e guardanapos de dupla folha. No regresso, fui orbigado a travar com alguma urgência, uma vez que uma velha (idosa? Não vemos uma casa velha e chamamos uma casa idosa, a comprar um carro não perguntamos se é idoso) decidiu atirar-se para o meio da estrada, na passadeira. Tudo bem que está na passadeira, mas arremessar-se para o meio da estrada? Qual será o raciocínio destas peles em constante luta com a gravidade? " 'Sa foda, já estou acima dos 70, ainda abocado fiz marcha atrás numa rotunda e ainda aqui estou"
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sexta-feira, agosto 08, 2008
Poemas...

Não sei se é só de mim, mas cada vez tenho menos paciência para esta mania de, a partir dos 70 anos, toda a gente se transformar em Bocage e escrever versos e rimas sem fim à vista...e ver a reacção falsa das pessoas "ohhh, sim senhor, um autêntico poeta que aqui está" também me provoca algum desconforto abdominal. É dizer a verdade e acabar com esta merda! "Versos sobre os passarinhos e a chuva com esta idade? Vamos lá esperar pela doce, doce morte sossegados faz favor!"
quinta-feira, agosto 07, 2008
X-Files - I want to believe

Tive oportunidade de ir à ante estreia do desejado regresso de Mulder e Scully ao grande ecrã (e, a partir daqui, quem sabe ao pequeno?) e aproveito para deixar a minha opinião para aqueles que me acompanham...
Podem-me perguntar, "é um episódio grande?" é. E que bem que soube voltar a ver duas personagens que me acompanharam ao longo de 9 anos nas mais diversas aventuras, que me fizeram duvidar do escuro, que me fizeram questionar a existência de vida para além do nosso planeta, que me "elucidaram" sobre os meandros do governo americano e suas sub-estruturas, que, no fundo, me introduziram no mundo do paranormal...a mim e a milhões de crianças e adultos.
Não pretendendo spoilar o filme, Mulder e Scully vivem finalmente uma relação amorosa e não houve filme gasto a explicar como se juntaram e como foi o primeiro beijo, etc etc, era algo que toda a gente que acompanhava a série esperava e que, na minha opinião, fizeram muito bem.
Desenganem-se aqueles que vão à espera de ET's e de conspiração do governo (Trust no one), temos sim um filme de acção em que a principal premissa centra-se no desaparecimento de elementos do sexo feminino, desaparecimentos esses englobados num esquema de tráfico de orgãos humanos para mais tarde efectuar experiências com implante desses mesmos orgãos...a perceber-se melhor aquando a visualização do filme.
A parte "paranormal" do filme prende-se com a existência de um padre (banido por tratar bem de mais os meninos da catequese) que é atormentado por visões das raparigas desaparecidas e que, através das mesmas, conduz os elementos do FBI a corpos vitimados por algo que não se sabe bem o quê.
Vamos às estrelas da companhia:
Dana Scully é agora médica a tempo inteiro numa espécie de Misericórdia lá da zona e vê-se confrontada com decisões e dilemas morais acerca de um tratamento inovador para com uma criança, enquanto é pressionada pelos seus superiores (padres, pois claro) para deixar a criança morrer em paz (tão fofinhos).
Fox Mulder é um eremita, escorraçado da sociedade e procurado pelo FBI, isola-se numa casa de campo onde aparentemente vive com Scully. O seu passar de tempo inclui recortar notícias de jornais e colocá-los na parece com um piónes e espetar lápis no tecto (teto??hahaha)
Ambos são contactados pelo FBI para ajudar a resolver o tal caso do padre com visões e das mulheres desaparecidas, com a condição de Mulder ver os seus antigos "pecados" perdoados.
O filme está bem conseguído, apesar de algumas falhas no guião, deixa os fãs satisfeitos e os que só agora estão a ter contacto com as personagens curiosos em querer saber mais.
A relação entre Mulder e Scully está bem explorada e finalmente vê-se materializado o tal clima de romance que pairou no ar durante largos anos, atingindo aqui um expoente tal que as escolhas pessoais relativamente à carreira irão influenciar directamente a relação. Relativamente às restantes personagens, destaque para Billy Connolly, que construiu um padre sombrio, psicótico e doente (meninos da catequese foram 35 que lhe passaram pelas mãos...e por outros lados da sua fisionomia). XZibit está mas podia não estar e Amanda Peet também não aquece nem arrefece.
Referência ainda para alguns diálogos de qualidade entre Mulder e Scully e entre Scully e o padre.
Não é mentira nenhuma quando digo que há episódios bem melhores que este filme de quase duas horas, e que há mais de CSI aqui do que os X-Files que cresci a ver, mas o que é certo é que, passados 10 anos do primeiro filme, este só veio deixar água na boca para voltar a ver Mulder e Scully a re-abrir os ficheiros secretos. Venha o paranormal, venham conspirações, venham os "little green men"...cá os esperamos.
7/10
Podem-me perguntar, "é um episódio grande?" é. E que bem que soube voltar a ver duas personagens que me acompanharam ao longo de 9 anos nas mais diversas aventuras, que me fizeram duvidar do escuro, que me fizeram questionar a existência de vida para além do nosso planeta, que me "elucidaram" sobre os meandros do governo americano e suas sub-estruturas, que, no fundo, me introduziram no mundo do paranormal...a mim e a milhões de crianças e adultos.
Não pretendendo spoilar o filme, Mulder e Scully vivem finalmente uma relação amorosa e não houve filme gasto a explicar como se juntaram e como foi o primeiro beijo, etc etc, era algo que toda a gente que acompanhava a série esperava e que, na minha opinião, fizeram muito bem.
Desenganem-se aqueles que vão à espera de ET's e de conspiração do governo (Trust no one), temos sim um filme de acção em que a principal premissa centra-se no desaparecimento de elementos do sexo feminino, desaparecimentos esses englobados num esquema de tráfico de orgãos humanos para mais tarde efectuar experiências com implante desses mesmos orgãos...a perceber-se melhor aquando a visualização do filme.
A parte "paranormal" do filme prende-se com a existência de um padre (banido por tratar bem de mais os meninos da catequese) que é atormentado por visões das raparigas desaparecidas e que, através das mesmas, conduz os elementos do FBI a corpos vitimados por algo que não se sabe bem o quê.
Vamos às estrelas da companhia:
Dana Scully é agora médica a tempo inteiro numa espécie de Misericórdia lá da zona e vê-se confrontada com decisões e dilemas morais acerca de um tratamento inovador para com uma criança, enquanto é pressionada pelos seus superiores (padres, pois claro) para deixar a criança morrer em paz (tão fofinhos).
Fox Mulder é um eremita, escorraçado da sociedade e procurado pelo FBI, isola-se numa casa de campo onde aparentemente vive com Scully. O seu passar de tempo inclui recortar notícias de jornais e colocá-los na parece com um piónes e espetar lápis no tecto (teto??hahaha)
Ambos são contactados pelo FBI para ajudar a resolver o tal caso do padre com visões e das mulheres desaparecidas, com a condição de Mulder ver os seus antigos "pecados" perdoados.
O filme está bem conseguído, apesar de algumas falhas no guião, deixa os fãs satisfeitos e os que só agora estão a ter contacto com as personagens curiosos em querer saber mais.
A relação entre Mulder e Scully está bem explorada e finalmente vê-se materializado o tal clima de romance que pairou no ar durante largos anos, atingindo aqui um expoente tal que as escolhas pessoais relativamente à carreira irão influenciar directamente a relação. Relativamente às restantes personagens, destaque para Billy Connolly, que construiu um padre sombrio, psicótico e doente (meninos da catequese foram 35 que lhe passaram pelas mãos...e por outros lados da sua fisionomia). XZibit está mas podia não estar e Amanda Peet também não aquece nem arrefece.
Referência ainda para alguns diálogos de qualidade entre Mulder e Scully e entre Scully e o padre.
Não é mentira nenhuma quando digo que há episódios bem melhores que este filme de quase duas horas, e que há mais de CSI aqui do que os X-Files que cresci a ver, mas o que é certo é que, passados 10 anos do primeiro filme, este só veio deixar água na boca para voltar a ver Mulder e Scully a re-abrir os ficheiros secretos. Venha o paranormal, venham conspirações, venham os "little green men"...cá os esperamos.
7/10
trailer (engana...):
quarta-feira, agosto 06, 2008
As férias!
Ora bem, antes que passe mais tempo e me esqueça de mais pormenores fofinhos e extremamente interessantes, aqui fica uma breve descrição da viagem realizada em Junho englobando 5 cidades em 3 Países diferentes...
Primeiro, alguém que me explique a necessidade de afirmação subjacente ao acto de colocar bandeiras de Portugal em tudo o que é varanda e estendal? Que merda de orgulho emigrante é este? Se estivessem satisfeitos com o País de origem não o tinham abandonado para ir procurar oportunidades noutro! Fracos do caralho! Mantenham-se fieis aos vossos ideais! Se saíram daqui (e bem!!!) não venham chorar que têm muitas saudades do "nosso" Portugal...
Segundo, sabemos que estamos a 2036 km de casa quando vemos em letras garrafais que Tony Carreira actuará no Pavilhão multi-eventos de Bruxelas...
Um dilema pessoal que me assolou durante a viagem, que agora partilho. O cenário? um automóvel em plena rodagem numa qualquer auto-estrada perto de Bruxelas. O elenco? Para além de mim, duas amigas e a tia de uma delas, condutora de serviço, por sinal. O enredo?
Em viagem, reparo na tabuleta da saída que pretendemos e na consequente não diminuição da velocidade à medida que nos aproximamos da mesma. Uma pessoa normal alertaria para este facto e tudo se resolveria...eu? Num carro cheio de mulheres mandar palpites? Arriscar-me a horas e horas de "eu estava a ver", "estava tudo controlado", "os homens são sempre a mesma coisa"? Não, tomei a decisão correcta, calei e lá fomos dar a outro lado qualquer...
Facto interessante, as Turcas vestem-se para um parque de diversões como se de um baile de gala se tratasse. É vê-las de salto alto, com os seus vestidos da loja dos 300 com decote até mostrar os pêlos do umbigo e cheios de lantejoulas, pavoneando os seus penteados, no mínimo, vomitáveis...
Em amesterdão, famosa cidade do pecado, fizemos um pequeno filme pelas ruas do red light district. Por azar, a camerawoman em questão apanhou de relance uma das "montras" onde as meninas mostram o material para venda. O que saiu de lá foi um monstro, gritando em bom som algo como "Te mato, perra!"...E, à noite, mesmo antes de me tocar, parei e reflecti no porquê deste pânico relativamente ao ser apanhada em filme...será que tem medo de ser reconhecida na próxima reunião de pais lá na escola dos filhos? Ou será que aquela entrevista de emprego para assistente de bordo vai ser influenciada? Mas as putas estão malucas ou quê? Se não querem ser reconhecidas não seria melhor começarem pelas roupas de Latex, as mini-sais, as plumas rosas e as botas de cano alto? Só depois poderão preocupar-se com as filmagens...
Outra coisa que me fez alguma impressão, ainda neste mundo do entretenimento sexual, falaram-me que "é seguríssimo ir às putas, afinal de contas têm as análises em dia"...QUÊ?? Análises em dia? Mas estamos a partir sempre do princípio que por cada dia só aviam um cliente? E o que fica latente e só se manifesta uns poucos de meses depois?
Confiar numa puta só porque têm análises em dia é como pensar que o governo A tem melhores ideias que o governo B, quando no fundo nos vão foder à mesma, e ainda por cima ficamos doentes...
Nem com análises no minuto...
As férias na Holanda são, para muita gente, um oásis...mas, há gente que talvez não tenha bem presente o conceito de férias. Férias, na minha modesta e ignorante opinião, não é passar o dia e noite no salão do hostel a queimar neurónios. E quando digo dia e noite é mesmo dia e noite. Chegámos a sair de manhã e estava pessoal sentado, já todo queimado, voltávamos à tarde e ainda lá estavam e quando chegávamos da noite...exacto, no mesmo sofá, na mesma posição, com o mesmo brilho vidrado nos olhos...para quê ir tão longe? Fiquem pela garagem habitual do vizinho que arranja cena fixe que faz rir.
Ficar em Hostels é engraçado. No meu caso, foi para lá de divertido dormir num "tipo" beliche em que a segurança que me transmite é tal que existe 28% de preocupação em esmagar o Australiano que dorme por baixo de mim...os restantes 72%? Uma pessoa tem de dormir...
Bem, para todos os efeitos, passámos por Madrid, Bruxelas, Antuérpia, Brugges e Amesterdão. 15 dias de férias e zero de praia...
Primeiro, alguém que me explique a necessidade de afirmação subjacente ao acto de colocar bandeiras de Portugal em tudo o que é varanda e estendal? Que merda de orgulho emigrante é este? Se estivessem satisfeitos com o País de origem não o tinham abandonado para ir procurar oportunidades noutro! Fracos do caralho! Mantenham-se fieis aos vossos ideais! Se saíram daqui (e bem!!!) não venham chorar que têm muitas saudades do "nosso" Portugal...
Segundo, sabemos que estamos a 2036 km de casa quando vemos em letras garrafais que Tony Carreira actuará no Pavilhão multi-eventos de Bruxelas...
Um dilema pessoal que me assolou durante a viagem, que agora partilho. O cenário? um automóvel em plena rodagem numa qualquer auto-estrada perto de Bruxelas. O elenco? Para além de mim, duas amigas e a tia de uma delas, condutora de serviço, por sinal. O enredo?
Em viagem, reparo na tabuleta da saída que pretendemos e na consequente não diminuição da velocidade à medida que nos aproximamos da mesma. Uma pessoa normal alertaria para este facto e tudo se resolveria...eu? Num carro cheio de mulheres mandar palpites? Arriscar-me a horas e horas de "eu estava a ver", "estava tudo controlado", "os homens são sempre a mesma coisa"? Não, tomei a decisão correcta, calei e lá fomos dar a outro lado qualquer...
Facto interessante, as Turcas vestem-se para um parque de diversões como se de um baile de gala se tratasse. É vê-las de salto alto, com os seus vestidos da loja dos 300 com decote até mostrar os pêlos do umbigo e cheios de lantejoulas, pavoneando os seus penteados, no mínimo, vomitáveis...
Em amesterdão, famosa cidade do pecado, fizemos um pequeno filme pelas ruas do red light district. Por azar, a camerawoman em questão apanhou de relance uma das "montras" onde as meninas mostram o material para venda. O que saiu de lá foi um monstro, gritando em bom som algo como "Te mato, perra!"...E, à noite, mesmo antes de me tocar, parei e reflecti no porquê deste pânico relativamente ao ser apanhada em filme...será que tem medo de ser reconhecida na próxima reunião de pais lá na escola dos filhos? Ou será que aquela entrevista de emprego para assistente de bordo vai ser influenciada? Mas as putas estão malucas ou quê? Se não querem ser reconhecidas não seria melhor começarem pelas roupas de Latex, as mini-sais, as plumas rosas e as botas de cano alto? Só depois poderão preocupar-se com as filmagens...
Outra coisa que me fez alguma impressão, ainda neste mundo do entretenimento sexual, falaram-me que "é seguríssimo ir às putas, afinal de contas têm as análises em dia"...QUÊ?? Análises em dia? Mas estamos a partir sempre do princípio que por cada dia só aviam um cliente? E o que fica latente e só se manifesta uns poucos de meses depois?
Confiar numa puta só porque têm análises em dia é como pensar que o governo A tem melhores ideias que o governo B, quando no fundo nos vão foder à mesma, e ainda por cima ficamos doentes...
Nem com análises no minuto...
As férias na Holanda são, para muita gente, um oásis...mas, há gente que talvez não tenha bem presente o conceito de férias. Férias, na minha modesta e ignorante opinião, não é passar o dia e noite no salão do hostel a queimar neurónios. E quando digo dia e noite é mesmo dia e noite. Chegámos a sair de manhã e estava pessoal sentado, já todo queimado, voltávamos à tarde e ainda lá estavam e quando chegávamos da noite...exacto, no mesmo sofá, na mesma posição, com o mesmo brilho vidrado nos olhos...para quê ir tão longe? Fiquem pela garagem habitual do vizinho que arranja cena fixe que faz rir.
Ficar em Hostels é engraçado. No meu caso, foi para lá de divertido dormir num "tipo" beliche em que a segurança que me transmite é tal que existe 28% de preocupação em esmagar o Australiano que dorme por baixo de mim...os restantes 72%? Uma pessoa tem de dormir...
Bem, para todos os efeitos, passámos por Madrid, Bruxelas, Antuérpia, Brugges e Amesterdão. 15 dias de férias e zero de praia...
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